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Sentir & Saber: A Caminho da Consciência

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Nas últimas décadas, numerosos filósofos e cientistas cognitivos têm debatido a consciência como se fosse uma questão à parte, dando-lhe um estatuto especial, o de problema único, não apenas difícil de investigar mas insolúvel. Porém, António Damásio está convencido de que as mais recentes descobertas da Neurobiologia, da Psicologia e da Inteligência Artificial nos faculta Nas últimas décadas, numerosos filósofos e cientistas cognitivos têm debatido a consciência como se fosse uma questão à parte, dando-lhe um estatuto especial, o de problema único, não apenas difícil de investigar mas insolúvel. Porém, António Damásio está convencido de que as mais recentes descobertas da Neurobiologia, da Psicologia e da Inteligência Artificial nos facultam as ferramentas necessárias para solucionar este mistério. Em 49 breves capítulos, o autor ajuda-nos a compreender a relação entre a consciência e a mente; porque estar consciente não é o mesmo que estar acordado e não precisa de mente; o papel fundamental dos sentimentos; e a relação entre o cérebro biológico e o desenvolvimento da consciência. António Damásio não realiza apenas uma síntese entre as descobertas de várias ciências e as perspetivas da filosofia: apresenta a sua própria e original investigação, que tem transformado o entendimento do cérebro e do comportamento humanos.


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Nas últimas décadas, numerosos filósofos e cientistas cognitivos têm debatido a consciência como se fosse uma questão à parte, dando-lhe um estatuto especial, o de problema único, não apenas difícil de investigar mas insolúvel. Porém, António Damásio está convencido de que as mais recentes descobertas da Neurobiologia, da Psicologia e da Inteligência Artificial nos faculta Nas últimas décadas, numerosos filósofos e cientistas cognitivos têm debatido a consciência como se fosse uma questão à parte, dando-lhe um estatuto especial, o de problema único, não apenas difícil de investigar mas insolúvel. Porém, António Damásio está convencido de que as mais recentes descobertas da Neurobiologia, da Psicologia e da Inteligência Artificial nos facultam as ferramentas necessárias para solucionar este mistério. Em 49 breves capítulos, o autor ajuda-nos a compreender a relação entre a consciência e a mente; porque estar consciente não é o mesmo que estar acordado e não precisa de mente; o papel fundamental dos sentimentos; e a relação entre o cérebro biológico e o desenvolvimento da consciência. António Damásio não realiza apenas uma síntese entre as descobertas de várias ciências e as perspetivas da filosofia: apresenta a sua própria e original investigação, que tem transformado o entendimento do cérebro e do comportamento humanos.

30 review for Sentir & Saber: A Caminho da Consciência

  1. 5 out of 5

    Liliana Pacheco

    Sensação ao terminar a leitura: como se, antes de começar, tivesse sede, acabando o livro por ser um copo água salgada. Deixa muito a desejar para quem realmente se interessa pelo tema. Num estilo disperso e vago, há repetição constante de ideias semelhantes. Ainda assim, considero que não deixa de ser um livro enriquecidor, pela perspetiva integradora que fornece. Gosto particularmente da postura (aparentemente habitual) de Damásio nas suas exposições relativamente aos temas da consciência, do e Sensação ao terminar a leitura: como se, antes de começar, tivesse sede, acabando o livro por ser um copo água salgada. Deixa muito a desejar para quem realmente se interessa pelo tema. Num estilo disperso e vago, há repetição constante de ideias semelhantes. Ainda assim, considero que não deixa de ser um livro enriquecidor, pela perspetiva integradora que fornece. Gosto particularmente da postura (aparentemente habitual) de Damásio nas suas exposições relativamente aos temas da consciência, do eu, razão e emoção: nós, Humanos, mentes conscientes sapientes, não somos magia - somos apenas ainda parcialmente desconhecidos de nós mesmos; não obstante, no final do dia, concluir que não somos mistérios insolúveis não deve ser motivo para que nos deixemos desiludir com a nossa Natureza - pelo contrário, deverá ser justificação para que a apreciemos ainda com mais deslumbre.

  2. 4 out of 5

    J TC

    António Damásio – Sentir e Saber. A caminho da consciência Diz-nos o autor que terá sido Dan Frank o seu editor da Pantheon a desafiá-lo a escrever um livro sobre a Consciência. Antes o não tivesse feito. Depois de ter lido do mesmo autor “O Livro da Consciência. A Construção do Cérebro Consciente” editado em 2010 (se já o leram, desaconselho-os desde já a ler o aqui sujeito a resenção pois a informação do mesmo é redundante e de apresentação muito mais defeituosa) é ao contrário deste um texto e António Damásio – Sentir e Saber. A caminho da consciência Diz-nos o autor que terá sido Dan Frank o seu editor da Pantheon a desafiá-lo a escrever um livro sobre a Consciência. Antes o não tivesse feito. Depois de ter lido do mesmo autor “O Livro da Consciência. A Construção do Cérebro Consciente” editado em 2010 (se já o leram, desaconselho-os desde já a ler o aqui sujeito a resenção pois a informação do mesmo é redundante e de apresentação muito mais defeituosa) é ao contrário deste um texto eloquente, culto e muito bem estruturado. A primeira critica que teço a este livro é a ausência de profundidade, que por vezes se confunde com banalidade e lugares comuns repetidos vezes sem conta, num contexto que por vezes me parece doloso. E digo isto porque não é aceitável que se escreva um livro, e se peça ao leitores que o adquiram por 19,71€, quando das 292 primeiras páginas estão repletas de folhas em branco, as escritas são espaçadas a 1,5 linhas de letra grande, e muitos capítulos não têm mais de duas páginas. A sensação com que fico é que foi um livro escrito para satisfazer um capricho do editor, que tentou espremer um último livro de um autor que pela idade já não se espera que acrescente qualquer novidade. Diz Damásio na página 227 quando fala da atenção que quando estava a escrever o capítulo “A atenção e a consciência” exemplificou o que era distração com o que lhe aconteceu quando se distraiu com um trecho musical de Leif Ove Andsnes. Mais valia que se tivesse ficado pela fruição musical. Para espanto meu, por onde quer que procure só encontro boas referências a este livro (verdade se diga que a classificação no Goodreads não é assim tão favorável). Pessoas que admiro intelectualmente como a Clara Ferreira Alves e o Paulo Portas, vi-os a recomendar este livro como sendo uma boa opção para o Natal de 2020. Será que o leram? Estariam afectados pelo SARS-Cov2? Procurei na literatura médica e não encontrei “dificuldade de apreciação de textos” na lista dos sintomas. Ou será que é do confinamento que nos impuseram? Fica a dúvida. Um “case-study” é seguramente. Bom, mas deixemos a forma e passemos ao conteúdo! Aqui e em abono da verdade devo dizer que o livro não é completamente destituído de interesse. Se assim fosse teria sido pontuado de outra forma. Nas primeiras 232 páginas o autor apresenta-nos a sua visão da consciência e de que forma ela foi construída ao longo de cerca de 4 biliões de anos. De uma forma geral estou em sintonia com a mensagem passada, não gosto é da forma como é apresentada, i.e., de uma forma telegráfica. Alguns capítulos livro parecem uma edição de “post-its dispersos”, que o autor foi recolhendo e a que tentou dar um fio condutor, não deixando contudo, de ser uma coleção de memorandos que o autor foi recolhendo ao longo dos tempos. Falta-lhe estrutura e solidez. Sobre a consciência e a sua interligação com a actividade criadora o autor dá-nos algumas notas sobre a criação musical, literária ou de artes gráficas. Mas estas notas surgem sempre isoladas, não contextualizadas, desajustadas, despropositadas e por vezes petulantes. Nada tenho contra uma escrita mais erudita, mas esta tem sempre de ser natural e didática. Um bom exemplo disto é o último livro que li, “Pegadas. Em busca dos fósseis futuros” de David Farrier, um livro magnificamente escrito, um livro que não podem perder. Mas voltemos ao nosso “Sentir e Saber”. Como disse, as primeiras 232 páginas são dedicadas à descrição de que forma a consciência se constituiu. Segundo Damásio, a consciência e de acordo com o que reconhecemos numa mente consciente tem a sua origem nas reações físico-químicas ocorridas nas unidades celulares (células e bactérias) e na capacidade que estas têm detectar as características do meio e de elaborarem respostas adequadas ao meio interior e exterior. Esta é o substrato básico da consciência, que não sendo consciência propriamente dita, é indispensável para a edificação da mesma. Nos organismos multicelulares, e nos providos de sistema nervoso, esta acção de detecção é ampliada sistematicamente, graças a um sistema nervoso que não deve ser visto como algo acopulado (adicionado) ao organismo, mas antes como algo que o próprio organismo e permite a recolha de informação de todas as partes do organismo de forma a que este possa ver esta informação como sua, e o organismo que a regista. Há assim na génese da consciência uma dualidade dada pela informação que tem o organismo como ponto de partida e esse mesmo organismo que a regista. Esta informação oriunda do organismo e que é identificada como sentimento (dor, prazer, bem-estar, ansiedade, etc) sem as quais não se pode construir uma mente consciente. Consciência é assim um estado mental assente na informação descrita como sentimentos e representada num qualquer sistema nervoso central. Para a edificação de uma consciência num qualquer animal são necessárias para além das reações físico-químicas, da capacidade de detecção das células, estruturas nervosas constituídas por um sistema nervoso periférico, e um sistema nervoso central com centros a nível do tranco cerebral, protuberância, e estruturas do mesencéfalo e córtex posterior, sem as quais não seria possível ter uma consciência que integrasse tanto os sentimentos que vêm do mundo interior e as emoções que nos vêm detetadas pelos órgãos dos sentidos. Sem estas estruturas não seria possível ter-se uma consciência representada numa mente. O córtex frontal, o responsável pelo raciocínio, pelo juízo, e pelas actividades criadoras (pelo conjunto de faculdades habitualmente atribuídas à inteligência) não participa na construção da consciência. Da página 232 à 251, capítulos “Quando se perde a consciência” e “Os córtices cerebrais e o tronco cerebral na criação da consciência” Damásio descreve-nos o SNC e quais os componentes deste que participam na construção da consciência. Esta descrição é claramente mais bem conseguida que a apresentada no restante livro. Estes dois capítulos a par do epilogo correspondem à essência do livro e quem as ler não perderá se deixar o restante por ler. O capítulo que mais me desiludiu foi o “Máquinas que sentem e máquinas conscientes”. Numa época em que os protagonistas da inteligência artificial e da machine learning apontam para a possibilidade das máquinas dotadas de inteligência, poderem ultrapassar a inteligência humana e a partir (singularidade) desse ponto entrar num crescimento exponencial da sua inteligência e por essa via ultrapassar a compreensão humana de dessa forma virem a desenvolver consciência. Ray Kurzweil provavelmente o maior guru destas previsões, calcula que este ponto poderá ser atingido por volta de 2045 (Ray Kurzweil escreveu mesmo um livro sobre a possibilidade de se contruir um cérebro artificial sem um corpo, com todas as suas capacidades preservadas!). Uma outra possibilidade de se chegar a esta singularidade é sugerida pela criação de algoritmos de aprendizagem, (Pedro Domingos em O Algoritmo Mestre), aponta para a possibilidade de criação de um algoritmo mestre, um algoritmo que pode aprender por si próprio sem necessidade de criador e por essa via resultar numa singularidade em que as máquinas poderiam desenvolver consciência. António Damásio começa este capítulo por dizer que a inteligência artificial leva o epíteto de artificial o que é completamente apropriado. Mas se estava á espera da discussão sobre a possibilidade das máquinas desenvolverem consciência, Damásio foge a esta discussão e opta por não entrar em ruptura com as pretensões da Engenharia Cibernética, e ter com a mesma uma atitude conciliadora propondo que as máquinas sejam equipadas com sensores que lhes deem informação sobre estado do “corpo” (da máquina) e “talvez assim possam vir a desenvolver algo parecido com consciência”. Uma frustração para quem se interessa por estes temas. Um livro que não sendo absolutamente mau, desilude muito pelas espectativas que, entretanto, o autor merecidamente foi criando ao longo dos anos.

  3. 4 out of 5

    Pedro Alhinho

    Uma aproximação ao papel dos sentimentos, à organização da mente por imagens, e à vitalidade da consciência. Com uma sugestiva síntese do que somos: "Somos marionetas nas mãos da dor e do prazer, ocasionalmente libertados pela nossa criatividade." Uma aproximação ao papel dos sentimentos, à organização da mente por imagens, e à vitalidade da consciência. Com uma sugestiva síntese do que somos: "Somos marionetas nas mãos da dor e do prazer, ocasionalmente libertados pela nossa criatividade."

  4. 4 out of 5

    Rafaela Assunção

    Tinha muitas expectativas em relação a este livro por ser uma grande admiradora do autor e sinceramente estava à espera de muito mais... Começo por dizer que tem demasiadas páginas em branco e espaços por capítulos, o que por si só torna um livro “médio” num livro “pequeno”. Em relação ao conteúdo: superficial. Aprendi muito pouco com este livro e pensei que fosse uma leitura de expandir horizontes. A temática e a abordagem não são más de todo, mas penso que o objetivo final não foi alcançado. De Tinha muitas expectativas em relação a este livro por ser uma grande admiradora do autor e sinceramente estava à espera de muito mais... Começo por dizer que tem demasiadas páginas em branco e espaços por capítulos, o que por si só torna um livro “médio” num livro “pequeno”. Em relação ao conteúdo: superficial. Aprendi muito pouco com este livro e pensei que fosse uma leitura de expandir horizontes. A temática e a abordagem não são más de todo, mas penso que o objetivo final não foi alcançado. De qualquer forma, vou dar outra oportunidade ao autor com outro livro.

  5. 5 out of 5

    Marta Ribas

    Sobre a importante função das emoções: "Sabemos que as úlceras do estômago são causadas diretamente por uma bactéria específica, mas a regulação das emoções permitirá ou não que as bactérias nos provoquem uma úlcera". E sobre as nossas escolhas e comportamentos, dirigidas pela fuga ao sofrimento e pela procura de prazer: "Somos marionetas nas mãos da dor e do prazer, ocasionalmente libertados pela nossa criatividade." Sobre a importante função das emoções: "Sabemos que as úlceras do estômago são causadas diretamente por uma bactéria específica, mas a regulação das emoções permitirá ou não que as bactérias nos provoquem uma úlcera". E sobre as nossas escolhas e comportamentos, dirigidas pela fuga ao sofrimento e pela procura de prazer: "Somos marionetas nas mãos da dor e do prazer, ocasionalmente libertados pela nossa criatividade."

  6. 4 out of 5

    Ricardo Pessoa

    Uma boa perspetiva sobre sentimentos, mente e consciência. Livro conciso e de fácil leitura. Sublinhei bastante.

  7. 5 out of 5

    Lia Bruno

    Não me convenceu.

  8. 4 out of 5

    Nuno Coelho

    O autor inicia este livro fazendo o alerta ao leitor, indicado que vai procurar ser mais objetivo nas ideias que transmite já que, tem noção que em livros anteriores não o terá conseguido fazer sem rodeios. Não li os livros anteriores, mas temo que não tenha conseguido. Para este leitor o livro constitui uma certa surpresa, desde logo porque estaria à espera mais de um livro de divulgação científica do que de um ensaio, mas mais ainda pelo tipo de linguagem quase de natureza poética, e muitas vez O autor inicia este livro fazendo o alerta ao leitor, indicado que vai procurar ser mais objetivo nas ideias que transmite já que, tem noção que em livros anteriores não o terá conseguido fazer sem rodeios. Não li os livros anteriores, mas temo que não tenha conseguido. Para este leitor o livro constitui uma certa surpresa, desde logo porque estaria à espera mais de um livro de divulgação científica do que de um ensaio, mas mais ainda pelo tipo de linguagem quase de natureza poética, e muitas vezes pouco clara. Compreendo que se trata de um cientista de elevada reputação e que o temas abordados são complexos, coisa que aumenta o grau de dificuldade de escrever sobre os mesmos, no entanto, sei por experiência que mesmo em temas complexos (por exemplo sobre física e astronomia) é possível escrever para leigos. Neste caso, a minha opinião é que não é um livro para leigos. Apesar de ser um livro curto, a forma como algumas ideias são apresentadas, pelo menos para um comum mortal, é confusa e sente-se a falta de uma linha de continuidade, de algum enquadramento, ou mesmo da ilustração com exemplos. Assumo que possa ser o meu desconhecimento quase absoluto dos temas abordados que dificultou o meu melhor entendimento do livro, mas não creio que seja apenas isso. Não deixo de ler porque não conheço o tema, antes pelo contrário e, regra geral estou muito mais disponível e atento por conheço a dificuldade. Neste caso senti dificuldades em aproveitar o livro na sua plenitude. O capítulo mais interessante, e controverso, é o relativo à Inteligência Artificial, com o autor a defender uma humanização das máquinas, com a introdução de sentimentos, fragilidades e vulnerabilidades à semelhança dos humanos. Não posso dizer que tenha ficado impressionado. Fiquei um pouco mais esclarecido, mas com um certo sentimento de desilusão. Acho que tinha margem para chegar de outra forma a mais leitores e ajudá-los a entender melhor um tema que é complexo. acho o que estilo de linguagem também não ajudou. De qualquer forma vale a leitura e quem sabe uma interpretação diferente da que teve este leitor.

  9. 5 out of 5

    Sandra

    A consciência humana não está isolada do corpo, e, pelo contrário, resulta das interacções constantes com as nossas vísceras e o mundo exterior; foi e é uma ferramenta básica da evolução do ser humano. A obra é acessível e de leitura agradável, mesmo que por vezes seja repetitiva. Imagino que o seja por motivos didácticos.

  10. 4 out of 5

    Fernando Delfim

    “Seremos criaturas pensantes que também sentem ou criaturas dotadas de sentimento que também conseguem pensar?”

  11. 4 out of 5

    Vitor Hugo

    https://www.youtube.com/watch?v=U2_yq... https://www.youtube.com/watch?v=U2_yq...

  12. 4 out of 5

    Luís Soares

    An iterative explanation of human conscience so anyone can better understand it.

  13. 4 out of 5

    Ana Isabel Lage Ferreira

    This is António Damásio. We know his work (maybe we even read some of it) and we give him all the credit when he speaks or talks about these issues of the mind, the reason, the feelings or the consciousness. I've read Damásio before and this book was easier and more difficult to read. Easier, because it's shorter, more specific and less detailed. More difficult because the ideas were more abstract, more repetitive, and less exciting. I've recently been more and more interested in this relationshi This is António Damásio. We know his work (maybe we even read some of it) and we give him all the credit when he speaks or talks about these issues of the mind, the reason, the feelings or the consciousness. I've read Damásio before and this book was easier and more difficult to read. Easier, because it's shorter, more specific and less detailed. More difficult because the ideas were more abstract, more repetitive, and less exciting. I've recently been more and more interested in this relationship between body, mind, feelings, emotions and the expectations were high. My 4 stars is actually a 3,5. The disappointment of the expectations was perhaps more the motive for that rating. More than the content itself. Damásio is always great, anyway. And this book is a small essay. You will always get something there. Ao fim e ao cabo devemos ter esperança e temos algumas razões para o otimismo

  14. 4 out of 5

    Antonio Coelho

    Esperava um livro mais acessível e interessante acerca deste tema, pelo que não gostei! Convém referir que não tenho conhecimentos específicos acerca do tema do livro, pelo que o achei demasiado seco nas descrições feitas. Mas também considero que um livro desta natureza deve ser feito para leigos que se interessam, minimamente, pelo funcionamento dos mistérios do corpo humano, o que, no meu entender, não é conseguido.

  15. 4 out of 5

    Joana Fernandes

    Livro com palavrões neurocientíficos pelo meio, facilmente compreendidos por todos, por se fazerem acompanhar de uma capacidade brilhante de os explicar de forma simples e descomplicada. Se voltasse atrás nesta leitura, só teria mudado o facto de me ter aventurado por António Damásio sem primeiro ler o “Erro de Descartes”. O caminho para a consciência é estarmos conscientes de que somos o que sentimos (e ter humildade para saber ser um ser humano numa Terra coabitada por tantos outros seres).

  16. 4 out of 5

    Flávio Miguel Pereira

    Para os futuros leitores desta obra: Não leiam em separado sem conhecimento do reportório do António Damásio, esta obra deve ser integrada ou pelo menos saboreada após outras que identifiquem essencialmente o rumo conceptual que o autor usa. Existe uma ideia de que os seres humanos ganharam o que os torna únicos de forma aleatória na sociedade e aqui é explicado ,em termos bastante acessíveis , o processo de construção de conhecimento.

  17. 4 out of 5

    Cris

    Foi uma leitura um pouco fora da minha "praia", no entanto, apreciei a simplicidade da linguagem neste manifesto sobre o problema da consciência. Mesmo para quem não tem bases no estudo das ciências, fica relativamente fácil acompanhar esta síntese, cuja sinergia implica não só várias áreas científicas como também a filosofia e ainda a própria investigação do autor acerca do fenómeno da consciência. Foi uma leitura um pouco fora da minha "praia", no entanto, apreciei a simplicidade da linguagem neste manifesto sobre o problema da consciência. Mesmo para quem não tem bases no estudo das ciências, fica relativamente fácil acompanhar esta síntese, cuja sinergia implica não só várias áreas científicas como também a filosofia e ainda a própria investigação do autor acerca do fenómeno da consciência.

  18. 4 out of 5

    Paulo Alho

    When you consider this book individually against the whole of António Damásio works, it is more of a summary of what has been going on here. So, this is less detailed and with less suport information and cases than before. Which can be good if you are looking for this kind of high level info, but if you read all his previous works, this is a bit disapointing.

  19. 4 out of 5

    Patricia Posse

    É a sensação de chegar ao fim de um livro (sobre o qual tinha uma elevada expectativa) e perceber que pouca informação retive. A escrita é clara e acessível, mas esperava uma maior profundidade de conteúdo para compreender a interligação entre consciência, sentimento e conhecimento...

  20. 5 out of 5

    André Veiga

    Livro interessante sobre a mente humana e a sua evolução. Representa de forma clara e viva as várias etapas percorridas para a criação da mente humana, dando ênfase em aspetos muitas vezes negligenciados como a dos primeiros seres.

  21. 5 out of 5

    Manuel Silva

    2.5* É a primeira obra que leio deste autor e neurologista e, apesar de achar o tema bastante interessante, sinto que este livro não fez mais que apenas apresentar o assunto em questão, não o tendo desenvolvido o suficiente para me deixar satisfeito.

  22. 5 out of 5

    Ana Braz De Oliveira

    “Somos marionetas nas mãos da dor e do prazer, ocasionalmente libertados pela nossa criatividade”

  23. 5 out of 5

    Rui

    Demasiado técnico. Parece uma tese de doutoramento. Mas, como sempre, escreve humilde e esplendorosamente.

  24. 4 out of 5

    Joshua Swift

    Absolutely marvelous. A wonderful exploration of one of mankind's greatest gifts from nature. Would recommend again and again. Absolutely marvelous. A wonderful exploration of one of mankind's greatest gifts from nature. Would recommend again and again.

  25. 4 out of 5

    Catarina

    Excelente ensaio acerca da análise do Ser e do Estar.

  26. 4 out of 5

    Gil Cardoso

    A bit technical. Requires reading with attention.

  27. 4 out of 5

    Ines Nicolau

  28. 5 out of 5

    Marta

  29. 5 out of 5

    Adriana Pires

  30. 4 out of 5

    Nelson Nunes

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